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BREAST BREAKING NEWS

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By: Silvio Bromberg e Débora Gagliato
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Este é um podcast designado a todos profissionais interessados em aprender e se manterem atualizados sobre câncer de mama.Silvio Bromberg e Débora Gagliato Hygiene & Healthy Living Physical Illness & Disease
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  • Menos Cirurgia, Mais Precisão: Consenso Internacional procura Redefinir a Abordagem Axilar pós Neoadjuvância e Babytam não é mais para todas as mulheres com DCIS e Lesões de Alto Risco
    Jun 25 2026

    O primeiro podcast discute o estudo Delphi internacional que reuniu 574 cirurgiões oncológicos mamários da Italia, Reino Unido e USA , para estabelecer consenso sobre estadiamento axilar após quimioterapia neoadjuvante em câncer de mama com linfonodos positivos. O principal resultado foi que a dissecção axilar cirurgica é a técnica preferida em pacientes cN1 que convertem para ycN0, superando a biópsia do linfonodo sentinela e a biópsia do linfonodo marcado . O consenso foi alcançado para marcar apenas um linfonodo antes da QTNeo, localizar e confirmar intraoperatoriamente sua remoção, retirar todos oslinfonodos sentinela e nódulos palpáveis anormais. A dissecção axilar não é necessária em células tumorais isoladas. Houve variação geográfica significativa, com cirurgiões americanos, holandeses, mais experientes e decentros de maior volume favorecendo mais o descalonamento cirúrgico.

    O segundo podcast discute um estud que analisou dados individuais de 1.545 mulheres com DCIS ou lesões de alto risco tratadas com tamoxifeno em dose baixa (5 mg/dia ou 10 mg em dias alternados) versus controle, com mediana deseguimento de 9,4 anos. O tamoxifeno em baixa dose reduziu significativamente os eventos de câncer de mama, mas com diferenças importantes pelo status menopausal. Em mulheres pós-menopausadas, houve redução de 49% nos eventos ipsilaterais (HR 0,41) e redução absoluta de 11,2% em 10 anos. Em pré-menopausadas, não houve redução ipsilateral significativa, porém o câncer contralateral foi reduzido em 55% (HR 0,45). Eventos adversos graves foram raros e similares entre grupos, suportando a desescalada de dose como estratégia preventiva eficaz e mais tolerável.

    Link de acesso aos artigos : https://live.makadu.group/bbn_podcast_25062026

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    34 mins
  • "Prosigna® em Mulheres ≤50 Anos com Câncer de Mama Luminal : estudo de vida real // Além do Emagrecimento: A Droga que Pode Mudar o prognóstico do Câncer Associado à Obesidade
    Jun 18 2026

    O primeiro podcast discute o estudo PROUDER-BC que avaliou retrospectivamente 567 mulheres com até 50 anos portadoras de câncer de mama estádio I-II ER+/HER2- testadas com Prosigna® em 10 hospitais da Espanha e Itália. O objetivo principal foi identificar quais subgrupos se beneficiam da quimioterapia (QT) com base norisco genômico (ROR) e status nodal. Os resultados mostraram que a QT melhorou significativamente a sobrevida livre de eventos em pacientes N0/risco intermediário e N1/risco baixo-intermediário, com benefício absoluto de 11,3% em 5 anos. Importante: esse benefício da QT pareceu ser mediado principalmente pela supressão ovariana, não pela citotoxicidade direta. Pacientes N1/alto risco tiveram prognóstico ruim mesmo com QT, sugerindo necessidade de escalonamento terapêutico.

    O segundo podcast discute um estudo que avaliou a associação entre o uso de agonistas do receptor GLP-1 (GLP-1RA) e o risco de 13 cânceres associados à obesidade emadultos obesos não diabéticos. Utilizando dados de 113 milhões de pacientes americanos (TriNetX), foram comparados 80.899 usuários de GLP-1RA com igualnúmero de pacientes em dieta ou exercício, após pareamento por escore de propensão. Com seguimento médio de 2 anos, o uso de GLP-1RA associou-se a redução significativa na incidência de cânceres (HR 0,59; IC 95% 0,53-0,67). O benefício foi consistente em homens, mulheres e diferentes faixas de IMC, mas não foi observado em pacientes negros. Tirzepatida mostrou associação mais forte que semaglutida. Estudos prospectivos são necessários para confirmar causalidade.

    Link de acesso aos artigos : https://live.makadu.group/bbn_podcast_11062026⁠

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    32 mins
  • FIRST STUDY: 1º Estudo Brasileiro sobre Crioablação no tratamento do Câncer de Mama // A supressão ovariana é necessária? SOFT e TEXT — 15 anos de Evidência
    Jun 11 2026

    O primeiro podcast discute o primeiro estudo brasileiro sobre crioablação no tratamento do câncer de mama - FIRST STUDY. Este foi um estudo prospectivo queavaliou a eficácia patológica e a segurança da crioablação guiada por ultrassom em pacientes com carcinoma invasivo de mama unifocal ≤2,5 cm, seguida de ressecção cirúrgica em 14–28 dias. Entre 48 pacientes avaliáveis, a taxa deablação invasiva completa foi 97,9% (100% para tumores ≤2,0 cm por ressonância), e a taxa global de ablação (invasiva + DCIS) foi 89,6%; apenas um caso (2,1%) apresentou resíduo invasivo. DCIS residual ocorreu em 12,5% (média 2,2 mm). A ressonância mostrou alto valor preditivo negativo (93,0%) enquanto ultrassom e mamografia foram menos precisos. Procedimento foi seguro, com uma complicação leve. Conclui-se que a crioablação é tecnicamente eficaz e bemtolerada em pacientes criteriosamente selecionados, especialmente tumores ≤2,0 cm, mas não substitui cirurgiapadrão sem confirmações em ensaios randomizadosde longo prazo.

    O segundo podcast discute o estudo SOFT E TEXT, com o objetivo de avaliar os desfechos a 15 anos dos ensaios defase III em mulheres pré‑menopáusicas com câncer de mama hormonodependente, comparando tamoxifeno (T), supressão da função ovariana (OFS) associada atamoxifeno (T+OFS) e exemestano com OFS (E+OFS).
    Resultados principais: Em SOFT, T+OFS reduziu recorrência de câncer em relação a T (15 anos: BCFI 75,7% vs 72,1%; HR 0,82, P=0,03) e E+OFS teve maior redução (BCFI 78,6%; HR vs T 0,70). Na análise combinada SOFT+TEXT, E+OFS reduziurecidiva distante versus T+OFS (HR 0,75) e mostrou tendência a menor mortalidade, com benefício absoluto de sobrevida concentrado em subgrupos de alto risco (idade muito jovem, tumores grau 3 ou recebimento prévio de quimioterapia). Em coortes de menor risco sem quimioterapia, a sobrevida global permaneceuelevada (>94%). Em fim, OFS adicionada ao ET adjuvante reduz recorrência; exemestano+OFS reduz também recidiva distante. Ganho de sobrevivência global é relevantesobretudo em subgrupos pré‑menopáusicos de alto risco, enquanto muitas pacientes de baixo risco não se beneficiam em termos de sobrevida.


    Link para acesso aos artigos:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_11062026

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    39 mins
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