Episodes

  • Episódio 19 de 2025.2 - Manutenção e Evolução de Software: A Longevidade Como Estratégia
    Nov 24 2025

    No episódio final da terceira temporada, Tony e Diana encerram a jornada discutindo um dos temas mais decisivos da engenharia moderna: a manutenção e evolução de software. Muito além de corrigir bugs, manter um sistema vivo significa garantir sua relevância, segurança e capacidade de adaptação em um mundo de mudanças aceleradas.

    O episódio começa revisitando os quatro tipos clássicos de manutenção — corretiva, adaptativa, evolutiva e preventiva — e mostrando como eles refletem prioridades estratégicas do negócio. A conversa evolui rapidamente para um dos dilemas centrais da atualidade: como equilibrar sistemas legados, que carregam décadas de valor e risco, com a urgência da modernização? Os participantes destacam caminhos incrementais como o Strangler Fig Pattern e o uso de Anti-Corruption Layers para isolar o legado, reduzir acoplamento e permitir evolução segura. Relatórios de mercado reforçam: abordagens “Big Bang” raramente funcionam. Modernizar é escolher onde investir — e só vale a pena no que gera impacto direto para o negócio.

    Na segunda parte, o episódio aprofunda o conceito de um sistema evolutivamente saudável: um software fácil de modificar, com baixo risco, previsível e sustentado por três pilares — arquitetura modular, testes automatizados robustos e processos contínuos (CI/CD). Surge a importância das Fitness Functions, métricas automatizadas que monitoram performance, segurança e manutenibilidade, funcionando como um check-up contínuo que evita o acúmulo invisível de dívida técnica. Métricas DORA, como Lead Time e Change Failure Rate, aparecem como termômetros reais da saúde evolutiva das equipes.

    O debate também destaca o papel da documentação viva, que precisa acompanhar o código e evitar o desgaste de arquiteturas pouco compreendidas. O episódio reforça que decisões arquiteturais — monólito ou microsserviços, modularidade, governança de integrações — influenciam diretamente o quanto um sistema pode evoluir sem medo.

    A mensagem final é clara: evoluir software é evoluir o negócio. Não existe modernização sem cultura, sem pessoas engajadas, sem coragem de refatorar, medir, aprender e adaptar continuamente. Manutenção não é um custo: é investimento em longevidade e competitividade.

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma ⁠strateegia.digital⁠, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.

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    14 mins
  • Episódio 18 de 2025.2 - DDSD: Quando os Dados Guiam o Desenvolvimento de Software
    Nov 24 2025

    No décimo oitavo episódio, Tony e Diana conduzem um debate profundo sobre o Desenvolvimento de Software Dirigido a Dados (DDSD), um paradigma que está transformando a engenharia de software ao substituir planejamentos estáticos por sistemas capazes de aprender e evoluir a partir de dados reais. O episódio explora como arquiteturas flexíveis, eventos em tempo real, nuvem e aprendizado de máquina convergem para permitir soluções altamente adaptativas, personalizadas e orientadas ao uso contínuo.

    O debate começa examinando quando o DDSD é — e não é — vantajoso. Os participantes destacam que, embora o DDSD traga velocidade, experimentação e respostas rápidas a padrões emergentes, a abordagem tradicional continua essencial em sistemas de missão crítica, como dispositivos médicos, aviação e bancos centrais, onde previsibilidade, determinismo e rastreabilidade total são obrigatórios. Surge o trade-off central: controle e estabilidade versus adaptação e inovação. Em contextos regulados, algoritmos de aprendizado de máquina introduzem riscos, incertezas e desafios de certificação.

    Na segunda parte, o episódio mergulha no equilíbrio entre automação e julgamento humano. Conceitos como human-in-the-loop, inteligência aumentada e uso de “circuit breakers” ajudam a definir limites para decisões críticas. Embora algoritmos processem dados em escala, contexto, ética e senso crítico permanecem humanos. O debate reforça que sistemas DDSD precisam de observabilidade, auditoria contínua, monitoramento de drift e pontos explícitos de intervenção humana para evitar vieses e falhas inesperadas.

    A discussão se encerra com o maior obstáculo para a adoção do DDSD: a barreira cultural. Mesmo com nuvem e infraestrutura moderna, organizações tradicionais lutam contra decisões baseadas na intuição, resistência à mudança e falta de alfabetização de dados. Relatórios de mercado apontam que a maioria das iniciativas fracassa não por limitações técnicas, mas por mentalidade, confiança e maturidade analítica. A mensagem final é clara: não existe DDSD sem cultura orientada a evidências.

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma ⁠strateegia.digital⁠, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.


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    31 mins
  • Episódio 17 de 2025.2 - Plataformização de Produtos: APIs, Integração de Legados e Arquiteturas Baseadas em Eventos
    Nov 24 2025

    No décimo sétimo episódio da temporada, Tony e Diana exploram um dos temas mais estratégicos da engenharia moderna: a plataformização de produtos. O debate atravessa desde o design de APIs até integrações complexas com sistemas legados e os impactos de migrar para arquiteturas orientadas a eventos.

    O episódio começa discutindo por que APIs precisam ser pensadas como produtos. Os participantes destacam princípios como baixo acoplamento, alta coesão, API First e contratos estáveis. O conceito de API-as-a-Product surge como essencial: documentação clara, portais para desenvolvedores, versionamento rigoroso e observabilidade garantem que APIs sejam não apenas interfaces técnicas, mas motores de inovação capazes de sustentar ecossistemas inteiros. A Developer Experience aparece como diferencial estratégico, reduzindo barreiras e acelerando a criação de valor por equipes internas e parceiros externos.

    Em seguida, o debate avança para integração entre sistemas legados e aplicações modernas na nuvem. Soluções como o Anti-Corruption Layer, middleware, mensageria e o Strangler Fig Pattern são apresentadas como caminhos seguros para modernização incremental, evitando migrações “big bang”. A integração é vista como disciplina que exige isolamento do legado, mapeamento claro de domínios, testes automatizados e observabilidade ponta a ponta. Surge também o alerta sobre riscos reais, como inconsistências de dados e duplicidade de fontes de verdade durante a transição.

    Encerrando o episódio, Tony e Diana entram no universo das arquiteturas baseadas em eventos e os novos desafios que elas trazem para segurança e governança. Com a lógica “disparar e esquecer”, o controle deixa de estar no endpoint e passa para o broker e para o próprio evento. O episódio aborda práticas essenciais: autenticação e autorização em tópicos, criptografia em trânsito e em repouso, catálogo de streams, schema registry, auditoria, versionamento de eventos e rastreamento distribuído. A mensagem central é clara: sem governança e observabilidade, uma EDA rapidamente se torna caótica e insegura.

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma ⁠strateegia.digital⁠, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.

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    26 mins
  • Episódio 16 de 2025.2 - Da Era do SOA aos Microsserviços: Arquiteturas, Maturidade e os Limites Entre Agilidade e Complexidade
    Nov 18 2025

    No décimo sexto episódio da temporada, Tony e Diana aprofundam a evolução das arquiteturas orientadas a serviços — do SOA tradicional aos microsserviços — e como essas abordagens moldam a forma como sistemas modernos são construídos, escalados e mantidos.

    A discussão inicia comparando os principais benefícios dos microsserviços em cenários de hiper-personalização: escalabilidade granular, liberdade tecnológica e deploy independente. Esses fatores permitem que equipes entreguem novas funcionalidades rapidamente, ajustem serviços conforme a demanda e mantenham autonomia técnica, impulsionando inovação contínua.

    Mas o episódio também evidencia o outro lado da moeda: os desafios significativos que surgem com a distribuição. A complexidade operacional aumenta drasticamente, exigindo automação robusta de CI/CD, forte disciplina de versionamento e práticas maduras de DevOps. Padrões como Saga tornam-se necessários para lidar com consistência entre múltiplos serviços. Sem observabilidade, incidentes se tornam difíceis de rastrear, elevando o MTTR e criando um ambiente onde cada requisição atravessa uma “cadeia invisível” de serviços. A falta de governança pode gerar redundância, integrações frágeis e o temido “monolito distribuído”.

    O episódio avança para uma análise importante: o SOA não está obsoleto. Pelo contrário, ele permanece essencial em ambientes corporativos complexos, atuando como camada de integração, padronização e governança — especialmente onde sistemas legados precisam conviver com novas funcionalidades. A coexistência entre SOA e microsserviços forma arquiteturas híbridas maduras, permitindo modernização gradual e segura através de padrões como o Strangler Fig Pattern.

    A conversa finaliza reforçando que microsserviços não são solução mágica: trazem enormes vantagens, mas exigem maturidade organizacional, clareza de boundaries, governança consistente e observabilidade unificada. Sem isso, toda promessa de agilidade acaba substituída por caos operacional.

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma ⁠strateegia.digital⁠, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.

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    22 mins
  • Episódio 15 de 2025.2 - Arquitetura de Software na Prática: Entre a Arte, a Ciência e as Decisões que Moldam Produtos
    Nov 18 2025

    No décimo quinto episódio da terceira temporada, Tony e Diana conduzem um dos debates mais densos e instigantes da disciplina: o que realmente significa projetar a arquitetura de um software na prática? O episódio passeia por questões fundamentais da engenharia moderna — o equilíbrio entre arte e ciência, o papel da intuição do arquiteto, o impacto das decisões de longo prazo e a eterna discussão sobre monolitos versus microsserviços.

    O debate começa com uma pergunta provocativa: afinal, o design arquitetural é arte ou ciência?
    A partir dos comentários dos participantes, emergem análises ricas sobre princípios formais, métricas, padrões, dados, julgamento humano, criatividade e interpretação contextual. A arquitetura aparece como disciplina híbrida:

    • Ciência, quando fundamentada em métodos, modelos, trade-offs estruturados e decisões auditáveis.

    • Arte, quando depende de experiência, sensibilidade, antecipação de mudanças, comunicação clara e decisões tomadas diante de ambiguidade ou incerteza.

    O episódio traz ainda exemplos práticos, como as distinções entre monolitos bem estruturados e microsserviços, reforçando que a habilidade de prever onde ocorrerão mudanças — e desenhar fronteiras adequadas — é parte da “maestria” arquitetural.

    Na segunda parte do episódio, o foco muda para uma das discussões mais atuais da indústria: o monolítico ainda tem lugar em novos projetos?
    A resposta dos debatedores é contundente:
    ✔️ Sim, e mais do que isso — ele muitas vezes é a escolha mais estratégica.
    Os alunos trazem dados, relatos de consultorias, pesquisas e experiências práticas que apontam:

    • Monolitos são mais simples de construir, testar, implantar e operar.

    • A complexidade dos microsserviços só se paga quando o domínio e a escala realmente exigem distribuição.

    • Startups, MVPs e equipes pequenas se beneficiam de uma arquitetura monolítica modular para validar rapidamente valor de negócio.

    • “Otimização prematura” com microsserviços é uma das principais causas de fracasso em projetos modernos.

    • O verdadeiro preditor de performance não é o estilo arquitetural, mas o baixo acoplamento — algo perfeitamente atingível com um monolito bem projetado.

    Ao final, Tony e Diana sintetizam a essência do episódio: arquitetura de software é um investimento de longo prazo, que exige conhecimento técnico, sensibilidade humana, visão estratégica, documentação clara e decisões sempre alinhadas ao contexto do negócio. Não é sobre seguir modas, mas sobre entender profundamente o problema, o time e o momento.

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma ⁠strateegia.digital⁠, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.

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    33 mins
  • Episódio 14 de 2025.2 - Fundamentos de Arquitetura de Software: Decisões que Moldam o Futuro
    Nov 18 2025

    No décimo quarto episódio da nossa terceira temporada, Tony e Diana conduzem um debate profundo e fascinante sobre os Fundamentos de Arquitetura de Software, explorando por que essas decisões são tão importantes, tão caras de mudar e tão determinantes para o futuro de qualquer produto digital.

    O episódio abre com uma pergunta essencial: por que decisões arquiteturais são tão difíceis de modificar?
    A partir dos comentários dos participantes, o debate percorre analogias estruturais — como a fundação de um prédio — e referências clássicas da área, mostrando como escolhas feitas no início influenciam acoplamento, interfaces, modularidade e até maneiras de trabalhar. Surgem temas como Dívida Técnica Arquitetural, estudos de Bass et al. e a famosa Lei de Conway, revelando como arquitetura e organização se refletem mutuamente. É um mergulho claro e direto no impacto estratégico da arquitetura.

    Na segunda parte, o episódio analisa como estilos arquiteturais moldam atributos de qualidade como manutenibilidade, desempenho, disponibilidade, escalabilidade e testabilidade.
    Entre os estilos discutidos — camadas, cliente-servidor e arquiteturas orientadas a eventos — o debate destaca:

    • Arquitetura em camadas e seus ganhos de organização e baixo acoplamento, ainda que com possíveis impactos de latência.

    • Cliente-servidor, que oferece escalabilidade horizontal, mas introduz pontos centrais de falha.

    • Orientada a eventos (EDA), capaz de reduzir latências e aumentar resiliência, mas desafiadora em rastreabilidade e debugging.

    Os comentários dos estudantes reforçam uma visão fundamental: não existe estilo perfeito, mas sim trade-offs alinhados aos objetivos do sistema e do negócio, como enfatiza o modelo Attribute-Driven Design (SEI).

    Por fim, Tony e Diana abordam a terceira questão: quais critérios usar para escolher um estilo arquitetural?
    Requisitos não funcionais, volumetria, throughput, latência, MTTR, SLA, observabilidade, maturidade da equipe, evolução prevista do produto e até protótipos arquiteturais (“spikes”) surgem como critérios centrais para escolhas sólidas e sustentáveis. O episódio reforça a importância de arquiteturas evolutivas, baixo acoplamento e documentação clara — com destaque para o Modelo C4 como ferramenta essencial.

    O debate se encerra com uma mensagem clara:
    Arquitetura não é sobre desenhar diagramas; é sobre garantir longevidade, qualidade e capacidade de adaptação.

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma ⁠strateegia.digital⁠, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.

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    18 mins
  • Episódio 13 de 2025.2 - DevSecOps: Segurança Como Hábito no Ciclo de Desenvolvimento
    Nov 18 2025

    No décimo terceiro episódio da nossa terceira temporada, Tony e Diana conduzem um debate profundo e atual sobre DevSecOps, uma abordagem que transforma a segurança em parte essencial — e não opcional — do desenvolvimento de software. A partir das contribuições dos participantes da disciplina, o episódio explora como integrar segurança desde o design até a entrega contínua, destacando práticas, métricas, cultura e mudanças estruturais necessárias para garantir sistemas mais resilientes.

    O episódio se estrutura em três grandes questões:

    🔐 1. O que muda quando a segurança deixa de ser uma etapa final e passa a integrar todo o ciclo de desenvolvimento?
    Os alunos discutem o impacto do shift-left, a redução de custos, a prevenção de vulnerabilidades, a automação com SAST/DAST/SCA e o fortalecimento de decisões arquiteturais seguras. Surge o conceito central do episódio: segurança por design, transformando correção tardia em prevenção inteligente.

    🏛️ 2. Por que muitas equipes ainda veem segurança como responsabilidade “apenas do time de segurança”?
    O debate revela raízes profundas: cultura organizacional tradicional, métricas desalinhadas, pressão por velocidade, falta de capacitação, silos históricos e até medo de lidar com temas complexos. A análise cultural vai do NIST ao CHAOS Report, mostrando como comportamentos e incentivos moldam práticas técnicas.

    🛠️ 3. Como garantir segurança em cada fase do ciclo, considerando ameaças emergentes e boas práticas preventivas?
    Os participantes apresentam estratégias completas, incluindo modelagem de ameaças, integração contínua de testes, infraestrutura como código, documentação de ADRs, ciclos de feedback, monitoramento pós-produção e, principalmente, capacitação contínua. Surge uma visão clara: segurança como hábito — tão natural quanto “lavar as mãos antes de cozinhar”.

    O episódio termina reforçando que DevSecOps não é um destino, mas uma jornada, que exige colaboração, cultura, automação e aprendizado contínuo.

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma ⁠strateegia.digital⁠, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.

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    28 mins
  • Episódio 12 de 2025.2 - DevOps e Integração Contínua: A Cultura por Trás das Ferramentas
    Nov 11 2025

    Neste episódio, Tony e Diana mergulham fundo na distinção entre automatizar tarefas e adotar uma cultura DevOps. A conversa mostra que DevOps não é apenas sobre ferramentas como Jenkins, GitLab CI ou pipelines automatizados — é sobre mentalidade, confiança, colaboração e responsabilidade compartilhada.

    📌 Com base no debate da turma da IF977, o episódio aborda:

    • A diferença entre o como (ferramentas) e o porquê (cultura) do DevOps

    • Como a automação pode até reforçar silos se não houver mudança cultural

    • A importância da arquitetura técnica (ex: microserviços) como facilitadora da cultura DevOps

    • Métricas, feedback contínuo e responsabilidade compartilhada como pilares de confiança

    • O papel decisivo da liderança e do patrocínio executivo na adoção bem-sucedida

    Com exemplos práticos, analogias inspiradoras e referências ao DORA Report e a estudos como os de Ron Westrum, o episódio mostra como DevOps vai muito além da técnica — é uma transformação sistêmica, que exige sinergia entre cultura, processos e arquitetura.

    📣 Se você está implantando DevOps na sua equipe, ou quer entender por que tantas iniciativas falham, este episódio é essencial!

    ☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.

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    17 mins