Episodes

  • Alex mochila fala sobre sua escolha para governar Minas Gerais
    Jun 30 2026

    O pré-candidato a deputado estadual Alex Mochila (PL-MG) avaliou o atual cenário político em Minas Gerais e no país durante entrevista ao canal de O TEMPO no YouTube. Ex-vereador de Alpinópolis, cidade do Sudoeste Mineiro, ele fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comentou o momento vivido pelo Partido dos Trabalhadores no estado e afirmou que o eleitor mineiro está mais atento ao comportamento de partidos e lideranças políticas.

    Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, no O TEMPO Entrevista, Mochila afirmou que o desgaste do PT em Minas é perceptível, mas alertou que isso não garante vitórias automáticas para adversários. Para ele, o cenário exige responsabilidade de todos os campos políticos. “O eleitor hoje cobra coerência e postura. Quem não entender isso, independentemente do partido, vai ter dificuldade”, afirmou.

    Na entrevista, Alex Mochila ainda falou sobre a atuação do Judiciário e defendeu o fortalecimento do papel do Senado como instância de equilíbrio institucional. Segundo ele, é necessário preservar a harmonia entre os Poderes e evitar que decisões políticas se concentrem em um único espaço. “O debate precisa ser feito dentro das regras do jogo democrático”, concluiu.

    O TEMPO Entrevista completo com Alex Mochila vai ao ar na terça-feira, 30 de junho, às 18 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

    Show More Show Less
    33 mins
  • Polilaminina, com Marco Túlio Reis | O TEMPO Entrevista
    Jun 27 2026

    A polilaminina, substância experimental estudada como possível aliada no tratamento de lesões na medula espinhal, ainda precisa passar por etapas decisivas antes de ser considerada segura e eficaz. O alerta é do neurocirurgião Marco Túlio Reis, especialista em cirurgia da coluna vertebral, que participou do O TEMPO Entrevista para esclarecer o que já se sabe (e o que ainda não se sabe) sobre o tema que tem ganhado grande repercussão nacional nos últimos anos.

    Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o médico explicou que a pesquisa com a polilaminina tem quase três décadas, mas ainda está em fase inicial do ponto de vista científico e nos testes que serão realizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Apesar da promessa da droga, a gente ainda está na fase 1, que é um estudo de segurança. Não estamos avaliando eficácia neste momento, mas sim se é seguro aplicar em pacientes”, afirmou.

    O neurocirurgião explica que os dados que mais chamaram a atenção do público vieram de estudos preliminares, com número reduzido de pacientes e sem publicação em revistas científicas indexadas. “O único trabalho em humanos disponível é um pré-print, com várias falhas metodológicas. Isso não nos dá segurança para recomendar o uso de forma ampla”, ressaltou.

    Marco Túlio também lembrou que casos de recuperação tidos como estraordinários, envolveram tratamento multidisciplinar intensivo, o que dificulta atribuir os resultados exclusivamente à substância.

    O especialista reforçou ainda a necessidade de cautela, especialmente diante da judicialização do acesso ao medicamento. “A esperança é legítima, mas o entusiasmo não pode atropelar o método científico. A gente torce para que a polilaminina seja um divisor de águas, mas ainda é cedo. Precisamos de estudos conclusivos, com grupo controle, para saber se ela realmente muda o prognóstico da lesão medular”, concluiu.

    No O TEMPO Entrevista, o telespectador vai compreender quando surgiu a polilaminina, como foram os primeiros testes em animais e em humanos e o futuro da substância.

    O podcast vai ao ar no sábado, 27 de junho, às 18 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

    Show More Show Less
    38 mins
  • “O Brasil ficou refém do calendário eleitoral”, afirma o advogado Marcelo Tostes | O TEMPO Entrevista
    Jun 6 2026

    O advogado Marcelo Tostes, conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil por Minas Gerais, afirma que parte significativa da esquerda brasileira atua com foco quase exclusivo na manutenção do poder, deixando em segundo plano questões estruturais do país. Em entrevista a O TEMPO Entrevista, ele sustenta que decisões políticas e econômicas têm sido tomadas mais com base no calendário eleitoral do que em projetos de longo prazo para o Brasil.

    Ao analisar temas como a atuação do STF, o enfrentamento ao crime organizado, a relação com os Estados Unidos e o ambiente de negócios, Tostes avalia que a insegurança jurídica se tornou um dos principais entraves ao crescimento econômico. Segundo ele, a falta de previsibilidade afasta investimentos, fragiliza instituições e amplia a polarização política, num cenário em que direita e esquerda disputam narrativas em vez de soluções.

    Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o advogado também comenta as candidaturas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o papel da OAB no debate institucional e os riscos de um Estado cada vez mais intervencionista. A entrevista completa está disponível no canal de O TEMPO no YouTube e aprofunda uma discussão que deve marcar o cenário político brasileiro nos próximos meses.

    O TEMPO Entrevista com o advogado Marcelo Tostes vai ao ar no sábado, 6 de junho, às 18 horas.

    Show More Show Less
    38 mins
  • ANÁLISE: EUA ampliam poder global ao rotular facções brasileiras PCC e Comando Vermelho | O TEMPO Entrevista
    May 30 2026

    A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais levanta uma série de dúvidas sobre os impactos para o Brasil, que vão desde possíveis sanções econômicas até riscos à soberania nacional. O tema foi analisado no O TEMPO Entrevista, que recebeu o advogado criminalista Rogério Leonardo, secretário da Comissão Especial de Direito Penal Econômico da OAB Federal.

    Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o especialista explica que a classificação anunciada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não cria mecanismos inéditos de cooperação internacional, já que o Brasil é signatário de tratados de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. O principal efeito prático, na avaliação do advogado, é permitir que os Estados Unidos atuem de forma unilateral, inclusive sem necessidade de diálogo prévio com autoridades brasileiras, o que pode gerar interferências políticas, econômicas e até militares fora dos parâmetros do direito internacional.

    O criminalista destacou ainda que há uma diferença conceitual relevante entre organizações criminosas e organizações terroristas. Para ele, embora PCC e Comando Vermelho sejam grupos violentos e transnacionais, o enquadramento como terrorismo é tecnicamente questionável e amplia de forma excessiva os poderes do governo norte-americano. Rogério Leonardo lembrou exemplos recentes em países como Venezuela e México, onde esse tipo de classificação resultou em sanções financeiras severas e operações sigilosas, com impactos diretos sobre empresas, setores econômicos e populações locais.

    Para Rogério Leonardo, o caminho mais seguro para o enfrentamento do crime organizado passa pelo fortalecimento das polícias, da inteligência financeira e da cooperação internacional multilateral, preservando a soberania nacional e evitando decisões unilaterais que, historicamente, tendem a agravar crises em vez de resolvê-las.

    O TEMPO Entrevista é um podcast do canal de O TEMPO no YouTube. A análise completa vai ao ar no sábado, 30 de maio, às 18 horas.

    Show More Show Less
    34 mins
  • Comércio responde por mais de 70% do PIB de BH e enfrenta desafios, diz presidente da CDL
    May 23 2026

    O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL BH), Marcelo Souza e Silva, destacou o papel central do comércio e dos serviços na economia de Belo Horizonte, setor que responde por cerca de 72% do Produto Interno Bruto da capital e por aproximadamente 85% dos empregos. No O TEMPO Entrevista, Marcelo destaca que o fortalecimento desse ambiente passa por ações estruturais que envolvem poder público, empresários e a sociedade.

    Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Marcelo afirmou que a CDL atua de forma permanente em temas como segurança, acesso ao crédito e capacitação, considerados fundamentais para a sustentabilidade dos negócios. Ele ressaltou que o comércio de bairro e os centros comerciais descentralizados ampliaram oportunidades de emprego e contribuíram para melhorar a qualidade de vida, ao aproximar trabalho e moradia.

    O dirigente também comentou iniciativas de impacto nacional, como o Dia Livre de Impostos, criado pela CDL-BH e hoje replicado em diversas cidades brasileiras. De acordo com ele, a ação cumpre dupla função ao conscientizar a população sobre a carga tributária e movimentar o comércio, tornando-se um dos dias de maior volume de vendas do calendário anual.

    Outro destaque da entrevista foi o Projeto Horizonte, desenvolvido em parceria com o Sebrae Minas, que reúne em um único espaço soluções voltadas a micro e pequenos empreendedores.

    Marcelo defendeu ainda que debates como a proposta de mudança na escala de trabalho 6x1 sejam conduzidos com planejamento e diálogo, considerando a realidade das pequenas empresas.

    O TEMPO Entrevista com Marcelo Souza e Silva vai ao ar no sábado, Às 18 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

    Show More Show Less
    31 mins
  • 8 crianças por hora: violência sexual segue como crime silencioso no Brasil | O TEMPO Entrevista
    May 16 2026

    O Brasil registra oficialmente oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por hora. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo especialistas, apenas cerca de 8,5% das ocorrências chegam aos sistemas de denúncia, revelando um cenário de subnotificação alarmante. A maioria das vítimas são meninas, e grande parte dos crimes ocorre dentro do círculo de convivência, sem um perfil definido do agressor, dificultando a identificação.

    O tema foi debatido no programa O TEMPO Entrevista, por Warlei Torezani, pedagogo e coordenador do Meninadança Brasil, e por Samuel Duarte, analista sênior de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo SADA. Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, os convidados destacaram que a violência sexual infantil é um crime silencioso, sustentado pelo medo, pela culpa imposta às vítimas e pela dificuldade de romper o silêncio, muitas vezes dentro da própria família ou comunidade.

    Warlei destacou que o enfrentamento envolve acolhimento, conscientização, atenção a sinais físicos, emocionais e comportamentais, além de fortalecer canais de denúncia como o Disque 100. Já Samuel explicou o engajamento do Grupo SADA na causa, especialmente no contexto das rodovias, onde a exploração sexual é recorrente, defendendo o papel de empresas e da sociedade como agentes ativos de proteção. Ambos reforçaram que denunciar não exige certeza do crime e que o silêncio, nesses casos, acaba se tornando cúmplice da violência.

    A entrevista completa será exibida no sábado, 16 de maio, às 14 horas, no canal de O TEMPO no Youtube.

    Show More Show Less
    43 mins
  • Como o INHAC transforma vidas pela gastronomia | O TEMPO Entrevista
    Apr 25 2026

    A gastronomia tem mudado trajetórias profissionais e ampliado perspectivas de futuro para centenas de jovens em Belo Horizonte. Esse impacto ganha um novo capítulo no próximo dia 29 de abril, com a formatura de 73 alunos do Curso Técnico em Gastronomia do INHAC - Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias, escola social que aposta na formação técnica gratuita como caminho de inserção produtiva para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.

    Essa transformação concreta promovida pelo INHAC foi o tema do O TEMPO Entrevista, apresentado por Léo Mendes e Lorena Martins, que receberam a diretora executiva da instituição, Sarah Rocha.

    Criado a partir de um sonho antigo da educadora Carmem Rocha, o instituto nasceu com a proposta de oferecer ensino de excelência, com metodologia de acolhimento, disciplina e rigor técnico, sem custo para os alunos. À frente do projeto, Sarah Rocha destaca que o curso vai além da cozinha: são 960 horas de formação que combinam prática intensa, conteúdos teóricos ligados à cultura alimentar, gestão, história e identidade da gastronomia brasileira.

    O perfil dos estudantes revela a dimensão social do projeto. São jovens a partir dos 15 anos, e também adultos, muitos deles marcados por trajetórias de negação de direitos, evasão escolar e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. Ainda assim, o INHAC registra índices de evasão próximos de 5% e uma taxa elevada de empregabilidade, com alunos contratados ainda durante o estágio obrigatório. “A formação técnica ensina a fazer, e isso muda tudo. O aluno sai pronto para entrar na cozinha e seguir seu próprio percurso profissional”, afirma Sarah.

    Assinado pelo chef Leo Paixão, que atua de forma voluntária no desenho pedagógico e técnico do curso, o INHAC acompanha de perto a trajetória dos egressos e já planeja novos passos, como cursos de graduação tecnológica, parcerias internacionais e a criação de um hotel-escola. A aposta é clara: formar bons profissionais, fortalecer a cadeia da gastronomia e mostrar que, quando oportunidade e excelência caminham juntas, a cozinha pode ser também um poderoso instrumento de transformação social.

    O TEMPO Entrevista com a diretora executiva do INHAC, Sarah Rocha, vai ao ar no sábado, 25 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

    Show More Show Less
    26 mins
  • Comércio pode funcionar em feriados? Fecomércio-MG explica | O TEMPO Entrevista
    Apr 20 2026

    A Fecomércio-MG defendeu a necessidade de segurança jurídica nas relações de trabalho e reforçou que o funcionamento do comércio em feriados depende de autorização formal por meio de convenção coletiva. O tema foi detalhado pelo gerente jurídico da entidade, Hermes Filho, em entrevista ao podcast O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes.

    Durante a conversa, Hermes explicou que a Fecomércio-MG representa mais de 800 mil empresas em Minas Gerais, por meio de 54 sindicatos ligados aos setores de comércio, bens, serviços e turismo. Segundo ele, apenas sindicatos patronais e laborais têm legitimidade legal para negociar convenções coletivas e autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a legislação federal.

    O gerente jurídico alertou que empresas que funcionam em feriados sem respaldo de convenção coletiva ficam sujeitas a autuações, multas e passivos trabalhistas. Ao mesmo tempo, ressaltou que a Fecomércio atua para viabilizar a abertura do comércio sempre que possível, desde que com respaldo legal, negociando diretamente com os sindicatos dos empregados.

    Além do debate trabalhista, Hermes Filho destacou a atuação do Sistema Fecomércio, que reúne Sesc e Senac, com ações nas áreas de qualificação profissional, cultura, lazer e saúde, beneficiando empresários e trabalhadores em todo o estado, especialmente micro e pequenos empreendedores.

    Show More Show Less
    19 mins