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Marketing is Dead!

Marketing is Dead!

By: Lucas Röttgering
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Summary
O marketing é como o rock que todos, vez ou outra, dizem estar morto, mas de alguma forma consegue voltar mais forte e melhor do que nunca. Justamente quando se pensa que se tem controle sobre as últimas tendências e técnicas, surge algo de novo e muda tudo e muda também o marketing.🤯 Pode ser angustiante acompanhar essa constante evolução, mas é também o que torna este campo tão excitante e dinâmico. Desde que nos mantenhamos curiosos e adaptáveis, podemos continuar a contar histórias convincentes e a nos conectar ao nosso público de forma significativa.Lucas Röttgering Economics Marketing Marketing & Sales
Episodes
  • Você pode errar até acertar? | O compilado
    Nov 4 2026

    Alguém digita uma estimativa na célula do Excel, aplica o negrito e salva. Na reunião de orçamento, aquele palpite já se comporta como fato, e a verba sai com ele. Classificar um palpite como fato custa tão caro quanto errar sem tese.

    Neste episódio de O Compilado, Lucas Röttgering e os hosts virtuais partem da pergunta sobre o direito de errar e chegam à disciplina de decidir o que a empresa não vai fazer. A discussão vai do orçamento aprovado sobre premissa não testada até a IA que nivelou a execução, passando por métricas herdadas, jornada do cliente sem dono e a postura do CMO diante do CFO. A base das reflexões vem de lideranças como Elena Jasper, Dale W. Harrison, François Bazini, Julia Kinner, Michel Lent Schwartzman, Pyr Marcondes, Marina Riecken Monteiro, Diego Ivo, Michel Alcoforado, Julia Jacques, Lisiane Casagrande, Daniella Borges, Dani Braun, Rafael Sbarai, George Paras, Gustaf Wick, Thomas Barta, Mats Georgson, Temo Mori e Mario Souto.

    Vale ouvir e ler. A newsletter entrega os dados e os frameworks, e o episódio transforma esse material em uma conversa densa.

    • Errar é humano, alucinar é tecnologia: o erro precisa de uma tese
    • Na sala de reunião, estimativa em negrito vira fato
    • Planejamento orientado à descoberta: verba liberada conforme a premissa se confirma
    • Elena Jasper e a regra dos sete toques como métrica zumbi
    • Dale W. Harrison e o retorno lento de superinvestir em share of voice
    • François Bazini: cortar qualidade soa mais injusto que subir preço
    • Julia Kinner pede fonte e data de checagem em cada linha estimada
    • Jay Barney e a IA como recurso que gera paridade, não vantagem
    • Michel Lent Schwartzman e o custo baixo de inventar com vibe coding
    • Pyr Marcondes e as holdings com bases próprias de dados
    • Marina Riecken Monteiro e o brand OS do Itaú, além do brandbook em PDF
    • Diego Ivo e Michel Alcoforado: do SEO ao GEO, quem fala pesa mais
    • Julia Jacques e o agente de IA que rascunha, enquanto o humano envia
    • Lisiane Casagrande e os CRMs que não enxergam a janela de compra
    • Daniella Borges e o NPS alto com cliente indo embora
    • Dani Braun e Rafael Sbarai: e se o cliente delegar a compra a um agente?
    • George Paras: estratégia exige aceitar deixar alguns clientes insatisfeitos
    • Gustaf Wick e o abismo entre o que marketing e finanças enxergam
    • Thomas Barta e o foco em crescimento lucrativo dos CMOs que viraram CEOs
    • Mats Georgson, Temo Mori e Mario Souto: a pauta de corte chega antes do marketing
    • A disciplina da renúncia: decidir o que a empresa não vai fazer

    A provocação final: quantas linhas do seu próximo orçamento trazem fonte declarada e data para serem confrontadas com a realidade, e qual decisão a sua empresa precisa recusar mesmo quando a tecnologia permite?

    Conduzido por Lucas Röttgering, O Compilado é sua dose semanal de inteligência estratégica sobre marketing e negócios. Uma curadoria pessoal para quem está na linha de frente das decisões. Parte do ecossistema de Thought Leadership da Marketing is Dead.

    ☕ Prepare o seu café (ou uma soda italiana de limão com manjericão) e dê o play!

    ★ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify, isso ajuda muito o projeto a crescer. E assine a newsletter da Marketing is Dead para continuar essa conversa: 👉 https://marketingisdead.substack.com/

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    26 mins
  • Qual o lado certo da estratégia? | O compilado
    Oct 28 2026

    Imagine construir um shopping inteiro, pagar a luz, a segurança e a manutenção, e ver o pedágio ficar todo com o aplicativo de mapa que apenas guiou o cliente até a porta. A imagem aparece neste episódio de O Compilado para explicar por que uma empresa pode manter todos os seus ativos e ainda assim perder a margem. Apontar o plano para a frente errada custa tão caro quanto decidir errado.


    Neste episódio de O Compilado, Lucas Röttgering e os hosts virtuais partem de uma pergunta que a diretoria raramente faz, de onde vem o crescimento das empresas, e chegam ao critério que ninguém questiona na hora de fixar uma meta. A discussão vai das fontes do crescimento até o isomorfismo institucional, passando pela migração de valor, pelo retail media, pela IA agêntica e pela teoria da desconfirmação de expectativas. A base das reflexões vem de lideranças como Patrick Viguerie, Sven Smit e Mehrdad Baghai, Mats Georgson, Marcos Malagris, Mário Soma, Julia Kinner, Pedro Campos, Adrian Slywotzky, Dante Lima, Vanderlei Reis, Babi Tonhela, Mônica Pucci Simão, Rodrigo Fernandes, Richard Oliver, Daniela Fantinati, Michel Alcoforado, Ana Cristina Antunes, Ariel Acosta, Thiago Henrique Fagundes, Paul DiMaggio e Walter Powell, Vanessa Spirandeo, Thais Sígolo, Hugo de Jesus Gonçalves e Márcio Oliveira.


    Vale ouvir e ler. A newsletter entrega os dados e os frameworks, e o episódio transforma esse material em uma conversa densa.


    * Perspectivas diferentes valem mais que modelo importado de fora.

    * O estudo da McKinsey sobre as fontes do crescimento das grandes empresas.

    * Dos 8,6% de crescimento médio, só 0,1 vem de ganho de share.

    * Mats Georgson e a ilusão do plano anual que desce do topo.

    * Havaianas e Ipanema: o líder defende a distinção, o desafiante precisa diferenciar.

    * Ativar demanda não é gerar demanda no B2B, segundo Mário Soma.

    * Priorizar a demanda de maior valor: o caso do protetor solar masculino.

    * Slywotzky e a migração de valor: o ativo fica, a margem sai.

    * Retail media de R$ 4,8 bilhões: quase nenhuma rede fecha o ciclo.

    * Ri Happy: a dívida pesando no caixa antes do Natal.

    * IA descrevendo a marca e agentes comprando sozinhos na Black Friday.

    * Silos entre financeiro e CRM escondem quem deu desconto à toa.

    * Richard Oliver e a satisfação como hiato entre expectativa e entrega.

    * Bauducco e a regra de rotulagem cumprida com expectativa quebrada.

    * Para 34% dos consumidores, durabilidade vale mais que novidade (7%).

    * Reputação nasce de cases documentados, não de comentário automatizado.

    * O cliente ignora a sigla CS e quer o problema resolvido.

    * DiMaggio e Powell e a gaiola de ferro do isomorfismo institucional.

    * Vanessa Spirandeo e a tropicalização de marcas globais sem rótulo de geração.

    * Pequenas empresas copiam o funil das grandes e esquecem o motivo dele.

    * Márcio Oliveira: cada meta deve mostrar de onde veio o critério.


    A provocação final: quando foi a última vez que o seu plano anual pôs ao lado de cada meta a origem do critério e o nome de quem pode revisá-lo?


    Conduzido por Lucas Röttgering, O Compilado é sua dose semanal de inteligência estratégica sobre marketing e negócios. Uma curadoria pessoal para quem está na linha de frente das decisões. Parte do ecossistema de Thought Leadership da Marketing is Dead.


    ☕ Prepare o seu café (ou uma soda italiana de limão com manjericão) e dê o play!


    ★ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify, isso ajuda muito o projeto a crescer. E assine a newsletter da Marketing is Dead para continuar essa conversa: 👉 https://marketingisdead.substack.com/

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    27 mins
  • Marca pessoal vs. crachá: como construir autoridade no corporativo com Ana Mourão | Build in Public
    Oct 27 2026

    Construir relevância no mercado sem ferir as diretrizes corporativas é um dos maiores desafios de quem lidera no modelo tradicional. Líder CLT pode (e deve) ter voz própria?

    Neste episódio da série Build in Public, Lucas Röttgering recebe Ana Mourão, líder global de dados na Stanley Black & Decker, para discutir os bastidores da autoridade executiva, metodologias de experimentação e como alinhar posicionamento pessoal aos objetivos de negócio.

    Principais tópicos da conversa:• Como construir uma identidade autêntica sem conflitar com a cultura da empresa• A metodologia do Experimental Marketer aplicada à rotina executiva• Gestão de tempo, processos e o papel da tecnologia na produtividade da liderança• O equilíbrio entre marca individual e o crachá institucional

    Capítulos:00:00 Introdução00:45 Apresentação de Ana Mourão02:14 Construção de autoridade e identidade05:27 A metodologia experimental marketer10:10 A importância da experiência na liderança15:23 Como a tecnologia ajuda na produtividade20:55 A relação entre marca pessoal e empresa25:46 Dicas para quem está começando30:40 Conclusão

    Participe da conversa: qual é a sua maior trava para se posicionar publicamente no ambiente corporativo? Deixe seu comentário abaixo e siga o programa para acompanhar os próximos episódios.

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    1 hr and 16 mins
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