Querido(a)(e) ouvinte,
No segundo episódio, reunimos correspondências que, ao se abrirem, trouxeram diferentes cores - formando um mosaico de histórias e lugares.
"O cego desejava que todos os dias fossem azuis; precisava dos dias azuis mais do que nós, os distraídos na multiplicidade do mundo, dispersados em tantas sensações supérfluas. Um poeta disse uma vez que Deus é azul. Não creio. Mas creio nos poetas. Creio nos cegos. Creio no azul".
Junto com Paulo Mendes Campos, acredito nas cores e em como elas podem construir cenários por escrito. E intensificar essas narrativas epistolares. Espero que gostem.
Um aperto de mãos,
João Klimeck
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