Episodes

  • Rural Talks #187 | TIM Brasil "O problema não é 4G ou 5G. É tomar a decisão de começar."
    Oct 19 2026

    Para quem ainda opera no escuro e quer transformar sinal em resultado na fazenda. A virada: conectividade virou serviço contratado, não obra, e o custo deixou de ser o que trava.
    Neste episódio, Alexandre Dal Forno, Diretor de Novos Negócios e Soluções B2B da TIM Brasil, mostra como cerca de 70 grandes projetos levaram sinal a 350 mil pequenas e médias propriedades vizinhas. Mostra também como uma fazenda conectada no Mato Grosso reduziu em até 32% o consumo de diesel, com retorno entre meia e duas safras.
    Sem rede, máquina conectada vira custo e dado vira ruído.
    Neste episódio:
    ✅ O tamanho real do vazio de sinal no campo e por que nunca haverá 100% de cobertura.
    ✅ 29 milhões de hectares com 4G e 2,8 milhões de pessoas conectadas no entorno das fazendas.
    ✅ O modelo sem compra de equipamento: a TIM instala, opera e mantém, em contratos de 5 a 10 anos.
    ✅ Uma torre cobre 35 mil ha no MT e 10 mil ha em MG/PR, e o papel das cooperativas para levar isso ao pequeno produtor.
    ✅ 4G ou Starlink: quando conectar só a máquina e quando conectar a fazenda inteira.
    ✅ Até 32% menos diesel na Fazenda Conectada (MT), com dados das máquinas e rotina de gestão.
    ✅ O que o agro aprende com outros setores: 600 mil pontos de iluminação pública com gestão remota, criados com a M2M Telemetria.
    ✅ Como agtechs podem chegar ao produtor pelo canal da TIM.
    Da máquina parada à espera do mecânico à fazenda gerida como indústria, a conversa mostra como começar pequeno e crescer junto com a operação.
    📈 Onde há sinal, a decisão é mais rápida e o custo cai.
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    #RuralTalks #Agro #ConectividadeRural #IoTNoCampo #AgTech #Inovação

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    1 hr
  • Rural Talks #186 | OagronomIA - “Se existe bagunça, a IA vai multiplicar a bagunça por dez.”
    Oct 12 2026

    Para quem quer usar IA na fazenda ou na empresa sem gastar à toa e sem multiplicar o erro. A virada: antes de plugar a IA, é preciso organizar os dados.
    Neste episódio, Guilherme Sanches, engenheiro agrícola pela Unicamp e fundador da OagronomIA, mostra por que, segundo ele, 95% das empresas que atende travam no mesmo ponto: dados espalhados em planilhas e sistemas que não conversam. Mostra também como uma tarefa que levava meio período, gerar 10 mapas de fertilidade, passa a sair em um minuto.
    Sem dado organizado, IA vira custo e resposta errada vira decisão.
    Na conversa:
    ✅ Por que 80% do trabalho é organizar os dados e só 20% é plugar a IA.
    ✅ O case da Fundação ABC: décadas de pesquisa em PDF virando resposta na hora para os cooperados.
    ✅ Do laudo de solo ao mapa: o que o agrônomo ganha em velocidade e onde ainda precisa conferir.
    ✅ O risco dos "sisteminhas" que cada um cria por conta própria, que viram ilhas e expõem dados.
    ✅ Quem vai levar IA ao produtor: as grandes empresas do agro, com seus dados, ou as big techs?
    ✅ Por que o profissional do agro que aprende tecnologia leva vantagem.
    Do agrônomo que passa a semana escrevendo relatório à fazenda que pergunta e recebe a resposta em segundos, a conversa mostra que o primeiro passo não é a ferramenta, é a organização.
    📈 IA multiplica o que já existe: com dado organizado, a decisão fica mais rápida; com bagunça, o erro também.
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    #RuralTalks #Agro #InteligenciaArtificial #IANoAgro #AgTech #DadosNoCampo

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    1 hr and 2 mins
  • Rural Talks #185 | EarthOptics "O próximo ganho de produtividade está na biologia."
    Oct 4 2026

    Para quem já faz a fertilidade "de manual", o próximo salto pode estar embaixo do solo, na Bioprecisão.

    Neste episódio, Pedro Lian Barbieri, diretor de Operações da EarthOptics Brasil, mostra como a análise de DNA do solo virou mapa de decisão: 30 mil amostras, 500 mil hectares analisados e ganhos de 5 a 10 sacas em talhões que pareciam ter chegado ao limite.

    Sem saber onde está o nematoide, o biológico vira aposta, e o químico vira desperdício.

    Neste episódio:
    ✅ Bioprecisão: agricultura de precisão aplicada a fungos, bactérias e nematoides
    ✅ Por que o protocolo americano não funcionou no solo tropical, e o que mudou
    ✅ O modelo B2B: quem identifica o problema e quem recomenda a solução
    ✅ R$ 700 contra R$ 60: a diferença de custo que ainda trava a adoção
    ✅ Mato Grosso na frente, Bahia chegando: onde a curva está virando
    ✅ Agronomia preditiva: como acompanhar patógenos avançando pelo Brasil
    ✅ Carbono: por que o produtor brasileiro pode ser punido por já ser sustentável

    Do laboratório em Campinas ao gêmeo digital do solo, a conversa mostra como transformar microbiologia em decisão agronômica, e decisão em produtividade.

    📈 Se a fertilidade química já chegou perto do limite, talvez as próximas sacas estejam onde ainda enxergamos pouco: na biologia do solo.

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    #RuralTalks #Agro #Bioprecisão #SaúdeDoSolo #AgTech #Inovação

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    49 mins
  • RT#184 — O FIM DA PULVERIZAÇÃO EM ÁREA TOTAL
    Sep 28 2026

    Em uma pulverização convencional, o defensivo é aplicado em toda a área. Mas e se a máquina pudesse enxergar cada planta, identificar onde está a daninha e aplicar somente onde é necessário?

    O problema não é apenas quanto produto usamos.

    É quanto aplicamos onde não precisava aplicar.

    Neste episódio do Rural Talks, recebo Eduardo Marckmann, fundador e CEO da SaveFarm, para entender como câmeras, inteligência artificial e retrofit estão mudando a lógica da pulverização no campo.

    A tecnologia instala câmeras ao longo da barra do pulverizador, identifica plantas daninhas em tempo real e decide onde aplicar e em qual dose, sem depender de conexão com a internet.

    E isso muda a conta.

    Segundo Eduardo, considerando as mais de 300 máquinas instaladas, a economia média de herbicidas fica entre 70% e 73%, com casos em que o investimento se pagou já na primeira safra.

    Mas reduzir o uso de químicos é apenas a primeira camada.

    As imagens captadas pelas máquinas começam a gerar mapas e uma nova base de dados sobre o que está acontecendo na lavoura. A próxima fronteira é usar essas informações para identificar insetos, fungos e outros problemas que hoje ainda passam despercebidos.

    E talvez o ponto mais interessante seja que essa transformação não exige necessariamente trocar o parque de máquinas.

    O retrofit permite colocar câmeras, processamento e inteligência artificial em pulverizadores que já estão no campo, inclusive máquinas com muitos anos de operação.

    Uma conversa que mostra uma mudança de lógica na agricultura:

    Antes, pulverizávamos hectares.
    Agora, começamos a pulverizar somente onde existe um problema.

    E talvez daqui a alguns anos a aplicação em área total pareça tão distante quanto hoje parece operar uma máquina sem piloto automático.

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    55 mins
  • RURAL TALKS #183 — SEM SINAL, SEM DADO
    Sep 21 2026

    “Quando temos conectividade, enxergamos muitas possibilidades.” frase da capa
    — Jhovan Terra, Belém Bioenergia Brasil
    Em uma operação de 49 mil hectares de palma, distribuídos por 42 fazendas no Pará, havia equipes que faziam seus apontamentos agrícolas offline e precisavam encontrar conexão para sincronizar os dados.
    O problema não era apenas ficar sem internet.
    Sem o dado chegando a tempo, a decisão também chegava atrasada.
    Neste episódio do Rural Talks, recebo Jhovan Terra, gerente de Tecnologia da Informação da Belém Bioenergia Brasil, para entender como a conectividade está transformando uma operação com mais de 4 mil colaboradores no coração da Amazônia.
    A empresa está avançando de uma comunicação baseada principalmente em rádio e processos offline para uma operação cada vez mais conectada.
    E isso muda a produção.
    Na palma, existe o momento certo para colher. Se o fruto passa do ponto, perde qualidade e pode perder valor. Quanto mais rápido o dado chega, mais rápido a gestão consegue identificar onde está a produção e direcionar as equipes para o dia seguinte.
    Mas conectar o campo é apenas a primeira camada.
    A Belém Bioenergia já estruturou um Data Lake, começa a integrar informações agrícolas, industriais, financeiras e logísticas e avança no uso de inteligência artificial para transformar essa massa de dados em decisões.
    A próxima etapa é um centro de operações funcionando 24 horas, acompanhando a atividade em tempo real e conectando o que acontece no campo à gestão.
    E o impacto ultrapassa a porteira: a expansão da conectividade também está chegando às comunidades rurais do entorno, ampliando o acesso à internet e a serviços digitais.

    Uma conversa que mostra uma ordem que muitas vezes esquecemos quando falamos de transformação digital no agro:
    Antes da IA, precisamos do dado.
    E antes do dado, precisamos conectar o campo.
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    44 mins
  • Rural Talks #182: Trapview — Praga. Dado. Decisão.
    Sep 14 2026

    E se o produtor soubesse que uma praga está avançando antes de ela virar prejuízo?

    Neste episódio, Alexandre Pimenta, Managing Director da Trapview para Brasil e América Latina, mostra como armadilhas digitais, visão computacional e inteligência artificial estão transformando insetos capturados no campo em decisões mais rápidas e assertivas de manejo.

    A lógica é simples: a armadilha captura, a IA identifica e o algoritmo mostra a tendência. Em vez de esperar a próxima visita ao talhão ou simplesmente seguir o calendário, o produtor passa a enxergar diariamente o que está acontecendo na lavoura.

    ✅ Praga virou dado: IA reconhecendo mais de 60 pragas com alta assertividade
    ✅ Do calendário à decisão: aplicar quando o campo pede, não apenas quando a agenda manda
    ✅ Como temperatura, umidade e ciclo biológico ajudam a antecipar picos de infestação
    ✅ 1 armadilha para cerca de 100 hectares: como funciona o monitoramento em grandes áreas
    ✅ Menos deslocamento, mais frequência e informação diária direto no celular
    ✅ Do milho e algodão às frutas: monitoramento como ferramenta de produtividade e exportação
    ✅ O próximo passo: a armadilha detecta, o sistema decide e o drone pode fazer a aplicação

    Presente em cerca de 60 países, a Trapview está digitalizando uma atividade que ainda depende, em muitos casos, de visitas ao campo, contagem manual e decisões baseadas em informações espaçadas.

    E é aí que está a mudança: não basta saber que existe uma praga. É preciso saber qual é, onde está, como está evoluindo e qual o melhor momento para agir.

    Porque, no final, agricultura de precisão não significa necessariamente aplicar mais. Significa decidir melhor.

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    48 mins
  • RT#181 O Boi que Decide com Dados
    Aug 17 2026

    *A pecuária não sofre por falta de tecnologia. O desafio é transformar tecnologia em decisão — e decisão em dinheiro.*

    Neste episódio, *Felipe Bortolotto, Gerente de Tecnologia para Gado de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal*, mostra como uma das maiores empresas do agro está usando inteligência artificial, drones, visão computacional e dados para transformar a gestão da pecuária.

    E a mudança já começou: confinamentos conseguem usar drones para contar animais, analisar cochos e comportamento, medir bem-estar e ajudar a identificar quais lotes estão mais próximos do abate.

    ✅ Por que o maior gargalo da pecuária hoje pode estar nas *pessoas e processos*, e não na tecnologia
    ✅ Como *drones e visão computacional* estão automatizando a leitura de cocho e o monitoramento dos animais
    ✅ Por que *boi mais “feliz” pode significar melhor conversão alimentar e mais dinheiro*
    ✅ Como a Cargill decide entre *desenvolver uma tecnologia, buscar uma startup ou construir com parceiros*
    ✅ Por que *90% da carne brasileira ainda é produzida a pasto* — e o que isso significa para a digitalização
    ✅ Como *DDG e etanol de milho* estão mudando a nutrição dos confinamentos brasileiros
    ✅ Por que o futuro passa pela integração de dados, sensores, imagens e inteligência artificial

    Felipe também traz uma provocação importante: o indicador que importa continua simples: *quanto dinheiro cada boi deixou.*

    📈 *Se você quer entender como será a pecuária quando decisões antes tomadas “no olho” começarem a ser tomadas por dados, este episódio é para você.*

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    1 hr and 3 mins
  • RT#180 Pulverização seletiva com IA
    Aug 10 2026

    Neste episódio do Rural Talks, José "Pepe" Dominguez, Country Manager Brasil da DeepAgro, mostra como a inteligência artificial embarcada no pulverizador identifica a planta daninha e decide aplicar, ou não, em 10 milissegundos, sem depender de conectividade.

    José "Pepe" Dominguez, Country Manager Brasil da DeepAgro

    ✅ Como funciona a detecção "verde sobre verde": câmeras a cada 2 metros diferenciando daninha e cultura a 20 km/h
    ✅ O resultado de um ano no Brasil: 23 mil hectares, 71% de economia de herbicida e só 10 horas de máquina parada
    ✅ Por que o retrofit muda a conta: instala em qualquer pulverizador, com payback entre 10 e 15 mil hectares aplicados
    ✅ Por que o Brasil usa 4 vezes a média mundial de agroquímicos e como a aplicação total alimenta a resistência
    ✅ Do pousio à cana e ao algodão: a adaptação da tecnologia argentina à realidade do Mato Grosso
    ✅ A captação de R$ 15 milhões com private equity brasileiro, dobrando o valuation em mercado difícil

    Ao longo da conversa, Pepe conta a trajetória da DeepAgro, nascida em Casilda, na Argentina, de engenheiros filhos de produtores rurais, e o que aprendeu ao adaptar a tecnologia ao Brasil: não faz sentido vir ao Brasil resolver problemas da Argentina.

    Ele também explica por que o mapa de aplicação bico a bico vai mudar o jeito de aplicar nos próximos anos, e por que essa economia comprovada de químico, água e logística vale mais que crédito de carbono.

    🌱 A provocação deste episódio é direta: se você não está organizando os dados da sua fazenda, você já está cinco anos atrasado.

    Assista agora no YouTube ou escute no seu streaming de preferência.

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    50 mins