Você pode errar até acertar? | O compilado
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Alguém digita uma estimativa na célula do Excel, aplica o negrito e salva. Na reunião de orçamento, aquele palpite já se comporta como fato, e a verba sai com ele. Classificar um palpite como fato custa tão caro quanto errar sem tese.
Neste episódio de O Compilado, Lucas Röttgering e os hosts virtuais partem da pergunta sobre o direito de errar e chegam à disciplina de decidir o que a empresa não vai fazer. A discussão vai do orçamento aprovado sobre premissa não testada até a IA que nivelou a execução, passando por métricas herdadas, jornada do cliente sem dono e a postura do CMO diante do CFO. A base das reflexões vem de lideranças como Elena Jasper, Dale W. Harrison, François Bazini, Julia Kinner, Michel Lent Schwartzman, Pyr Marcondes, Marina Riecken Monteiro, Diego Ivo, Michel Alcoforado, Julia Jacques, Lisiane Casagrande, Daniella Borges, Dani Braun, Rafael Sbarai, George Paras, Gustaf Wick, Thomas Barta, Mats Georgson, Temo Mori e Mario Souto.
Vale ouvir e ler. A newsletter entrega os dados e os frameworks, e o episódio transforma esse material em uma conversa densa.
- Errar é humano, alucinar é tecnologia: o erro precisa de uma tese
- Na sala de reunião, estimativa em negrito vira fato
- Planejamento orientado à descoberta: verba liberada conforme a premissa se confirma
- Elena Jasper e a regra dos sete toques como métrica zumbi
- Dale W. Harrison e o retorno lento de superinvestir em share of voice
- François Bazini: cortar qualidade soa mais injusto que subir preço
- Julia Kinner pede fonte e data de checagem em cada linha estimada
- Jay Barney e a IA como recurso que gera paridade, não vantagem
- Michel Lent Schwartzman e o custo baixo de inventar com vibe coding
- Pyr Marcondes e as holdings com bases próprias de dados
- Marina Riecken Monteiro e o brand OS do Itaú, além do brandbook em PDF
- Diego Ivo e Michel Alcoforado: do SEO ao GEO, quem fala pesa mais
- Julia Jacques e o agente de IA que rascunha, enquanto o humano envia
- Lisiane Casagrande e os CRMs que não enxergam a janela de compra
- Daniella Borges e o NPS alto com cliente indo embora
- Dani Braun e Rafael Sbarai: e se o cliente delegar a compra a um agente?
- George Paras: estratégia exige aceitar deixar alguns clientes insatisfeitos
- Gustaf Wick e o abismo entre o que marketing e finanças enxergam
- Thomas Barta e o foco em crescimento lucrativo dos CMOs que viraram CEOs
- Mats Georgson, Temo Mori e Mario Souto: a pauta de corte chega antes do marketing
- A disciplina da renúncia: decidir o que a empresa não vai fazer
A provocação final: quantas linhas do seu próximo orçamento trazem fonte declarada e data para serem confrontadas com a realidade, e qual decisão a sua empresa precisa recusar mesmo quando a tecnologia permite?
Conduzido por Lucas Röttgering, O Compilado é sua dose semanal de inteligência estratégica sobre marketing e negócios. Uma curadoria pessoal para quem está na linha de frente das decisões. Parte do ecossistema de Thought Leadership da Marketing is Dead.
☕ Prepare o seu café (ou uma soda italiana de limão com manjericão) e dê o play!
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